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LIBERDADE CATIVA DO AMOR

“Porque não estou procurando o meu próprio bem, mas o bem de muitos, para que sejam salvos”  1 Co 10:33

 

Todos aqueles que um dia entregaram sua vida a Cristo com sinceridade e convicção, foram libertos. As algemas do pecado, do mundo e do diabo foram partidas pela morte e ressurreição de Cristo.

Não precisamos mais pensar que alguém é salvo por obras ou que precisa guardar certos rituais para ser aceito por Deus. Estamos livres para adorar a Deus em espírito e em verdade.

Ao mesmo tempo, esta liberdade precisa estar cativa do amor. Não podemos, em nome da liberdade, fazer tudo o que pensamos ser correto , pois “nem tudo convém” (1 Co 10:23). Cristo nos libertou das amarras do egoísmo para que, livre e alegremente, abramos mão de tudo  que não faz bem àqueles que estão ao nosso redor. Quando amamos, somos sensíveis o suficiente para nos abster do que podemos até achar correto, quando sabemos que isso pode levar alguém a se entristecer e se decepcionar.

Agora, se usamos nossa liberdade de forma irresponsável, ela se torna uma arma para agredir e ferir vidas preciosas que poderiam ser edificadas. Não busque seu próprio bem se, com isso, o testemunho do evangelho é prejudicado. Pelo contrário, ainda que signifique renúncia, sinta-se honrado em morrer para si mesmo por amor ao Senhor. Nele encontramos o maior exemplo. Ele abriu mão de Sua glória para que hoje pudéssemos ter a salvação.

Jorge Noda

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