O QUE VOCÊ PENSA DE SI MESMO?

QUEM SOU EU
 
 
“Por isso, pela graça que me foi dada digo a todos vocês: Ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, ao contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu” (Rm 12:3). 
 
Atualmente, o conceito do autoconhecimento tem sido explorado numa perspectiva da auto-suficiência humana e até mesmo de sua suposta divindade interior. Livros e palestras de auto-ajuda têm enfatizado a importância de cultivarmos uma auto-imagem positiva de nós mesmos, não permitindo que pensamentos auto-limitadores cerceiem nossos sonhos pessoais. 
O autoconhecimento, na perspectiva bíblica, é diferente. Precisamos ter uma visão realista de quem nós somos. Nem para mais, nem para menos, mas uma exata percepção da nossa identidade e nossa condição. O conceito que temos de nós mesmos define nossos valores, atitudes, comportamentos, prioridades e escolhas. Quando pensamos ser mais do que realmente somos, caminhamos numa estrada ilusória. Olhar no espelho com honestidade por ser doloroso e difícil. Da mesma forma como alguém sente-se magro, mas quando vai para a balança vê a crua realidade de sua obesidade, nós também precisamos reconhecer os fatos. 
Para cultivamos um autoconceito sadio, nada pode substituir um relacionamento autêntico com Deus. Quando contemplamos a glória de Deus, nos encontramos conosco mesmos. O profeta Isaías viu a glória de Deus (Is 6) e descobriu a sua própria condição de pecado. Ver a glória de Deus é um choque de realidade. O que estava oculto é revelado. As aparências dão lugar aos fatos. Então, estamos prontos a reconhecer onde estamos e para onde devemos ir, em nosso crescimento espiritual. 
Deus mesmo concede uma medida de fé para caminharmos de forma equilibrada. De fato, é preciso fé para destruir os ídolos de auto-imagens distorcidas e aceitar humildade aquilo que realmente somos diante de Deus. Somente assim estamos prontos a reconhecer nossos erros e buscar nosso aperfeiçoamento. Quando exercitamos a fé que Deus nos deu, não ficamos tão preocupados conosco mesmos, mas com a vontade de Deus, que é boa, perfeita e agradável. Assim, prosseguimos obedecendo a Deus e usando todos os nossos dons e habilidades para a sua glória e para o bem das pessoas. 
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TER OU NÃO TER?

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“… por que aprendi a viver contente em toda e qualquer situação” (Fl 4:11)

Vivemos a cultura do descontentamento. Por todos os lados, somos atraídos para propagandas que tentam nos persuadir a comprar produtos. Sons, imagens, textos nos bombardeiam constantemente trazendo convites ao consumismo. A psicologia do marketing aperfeiçoa-se cada vez mais e é capaz de convencer até o mais resistente de que o supérfluo é essencial. Não paramos para refletir se realmente precisamos do que pensamos em comprar ou se estamos simplesmente justificando um estilo de vida materialista, sem qualquer compreensão das verdadeiras prioridades da vida. Por causa da inconstante insatisfação, somos levados a querer sempre mais. Por isso, comprometemos nosso tempo com mais cursos e mais trabalho, não tendo tempo para investir na família, nos relacionamentos, no serviço a Deus. Terminamos como escravos do ter e não lembramos mais onde se perdeu a alegria de viver.
O apóstolo Paulo sabia o que era viver com contentamento, independentemente das circunstâncias. Ela não se deixava escravizar pela opressão do materialismo. Ao escrever sobre contentamento, ele estava preso por causa da pregação do evangelho. Privado de qualquer fonte de renda, ele passou por momentos difíceis, até que os irmãos da igreja de Filipos lhe mandaram provisão através de Epafrodito. Isto lhe alegrou o coração ainda mais. Mas ele deixou claro que sua alegria não dependia da abundância ou escassez. Ele aprendeu uma preciosa lição de vida. Deus lhe ensinou, através das experiências do dia a dia, que é possível vivenciar uma alegria plena, mesmo no meio das circunstâncias adversas. O apóstolo sabia o que era estar diante de um lauto banquete, como também o que era passar fome. Ele sabia o que era receber honras diante de reis, como também sabia o que era ser rejeitado e apedrejado. Isto explica sua reação diante de sua prisão. Ele estava preso, mas a palavra de Deus estava livre através da pregação dos filipenses. Ele poderia morrer, mas estaria com Cristo, que seria incomparavelmente melhor. Seu contentamento não consistia num otimismo irrealista e ilusório. Estava firmado na rocha sólida de Cristo.
Na verdade, aqui está o segredo do contentamento cristão: Cristo. Pode parecer extremamente difícil cultivar alegria interior diante das situações adversas. Somos mais tendentes a murmurarmos e desanimarmos quando passamos por tribulações. Que razão temos para celebrar uma perda? Que motivos justificariam alegria diante das privações? Como podemos encontrar força quando nos sentimos fracos e incapazes? Paulo deu o seu testemunho: “Tudo posso naquele que me fortalece”. Infelizmente, muitos têm usado essa afirmação para justificar o materialismo. Eu posso ter carro importado. Eu posso ter uma conta gorda no banco. Eu posso vestir as melhores roupas e morar nas melhores casas. Mas não é isso que Paulo está dizendo. Ele está nos ensinando que Cristo nos fortalece para encontrarmos contentamento tanto na abundância como na escassez. Eu outras palavras, Cristo é a fonte de nossa alegria. Com ele, desfrutamos da fartura com corações gratos, mas também não deixamos de agradecer ao passarmos pela tempestade. Cristo é quem nos faz felizes, acima das circunstâncias.
Quando podemos dizer, com Paulo, “para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro”, então tudo o mais será visto como tendo valor relativo. Não vamos fazer do trabalho nosso ídolo, nem vamos nos curvar diante de Mamon, o deus do dinheiro. Não vamos desperdiçar o nosso tempo correndo atrás do vazio, mas vamos valorizar nosso tempo, nosso trabalho e nosso dinheiro, administrando-os para o Senhor, priorizando em tudo a vontade e o reino de Deus. Não vamos nos entregar à ansiedade, mas vamos confiar no Senhor, sabendo que a provisão vem dele. “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça e as demais coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33). A alegria que temos em Cristo sobrepujará as tristezas da perda e da dor. As incertezas da vida darão lugar à convicção de que nada “nos separará do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 8:39).
Você tem ocupado seu tempo e sua atenção na ânsia do ter? Você tende a ficar murmurando da vida, triste pelo que gostaria de ter e não tem? Você se sente injustiçado, achando quer merecia algo melhor? Então busque a Cristo de todo coração. Confie naquele que nos amou ao ponto de dar a sua vida na cruz para dar a vida eterna. Peça sinceramente a Deus esta alegria de Cristo que transcende o que pode se expressar em palavras. Então você estará pronto para ser grato e reconhecer nas coisas mais singelas o amor de Deus. Você vai descobrir que o que existe de mais precioso não são bens materiais, mas o seu relacionamento com Deus e com as pessoas que Ele colocou ao seu lado. Você vai encontrar a alegria de investir na eternidade e saber que a sua vida fez a diferença na vida de outras pessoas. Você vai saber que não importa ter ou não ter, contanto que tenhamos a Cristo.
Jorge Issao Noda

TEMPO DE BUSCAR AO SENHOR

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“… é tempo de buscar ao SENHOR, até que ele venha e chova justiça sobre vós” (Os 10:12).
 
O povo de Deus havia se distanciado do Senhor quando o profeta Oséias escreveu estas palavras. Esquecendo-se de tudo o que Deus havia feito por eles, os descendentes de Abraão estavam entregues à idolatria, corrupção e maldade. O juízo de Deus era iminente e os profetas erguiam suas vozes chamando o povo de Deus ao arrependimento. Ainda havia esperança, mas ele devia buscar ao Senhor.
Hoje também vivemos tempos de apostasia. Apesar do crescimento do número de igrejas, ouvimos cada vez menos a mensagem do evangelho. Multidões dizem crer em Cristo, mas vivem comprometidas com valores materialistas e egoístas. Mesmo aqueles que dizem manter-se fiéis à sã doutrina, permanecem apáticos e indiferentes a preciosas vidas que caminham no escuro, sem qualquer direção.
É tempo de buscar ao SENHOR. Não é tempo para corrermos atrás de sonhos mesquinhos. É tempo de buscar ao SENHOR. Não é tempo de vivermos um tradicionalismo religioso que desconhece o poder de Deus. É tempo de buscar ao SENHOR. Não é tempo de nos imiscuirmos em disputas infantis e maledicências destruidoras. É tempo de buscar ao SENHOR. Não é tempo de corrermos de uma lado para o outro num ativismo sem propósito.
Buscar ao SENHOR é nos humilharmos na sua santa presença, confessando nossos pecados, suplicando seu perdão, ansiando por uma poderosa manifestação de sua graça. Buscar ao SENHOR é estar na torre de vigia, ouvindo o chamado de Deus para sermos intercessores pelo avivamento da igreja, pela salvação de vidas, pela transformação do mundo ao nosso redor. Buscar ao SENHOR é almejar pela comunhão com Deus como uma corça suspira pelas correntes das águas, como o viajante busca um oásis no meio do deserto.
Deus prometeu que derramará água sobre o sedento e torrentes sobre a terra seca. Devemos buscar ao SENHOR incessantemente, até que ele faça brotar rios no meio do deserto. Não devemos orar esporadicamente, como alguém que titubeia. Devemos orar como alguém que, a despeito das circunstâncias, crê contra a esperaça, certo de que os impossíveis do homens são possíveis para Deus.
Não sabemos por quanto tempo, estaremos no tempo de misericórdia e graça. Amanhã pode ser tarde. Hoje é tempo de buscar a Deus. Hoje é o tempo aceitável. “Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.”  

ALEGRIA ACIMA DAS CIRCUNSTÂNCIAS

JOY
“Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (Fl 4:4).
Paulo tinha muitas razões para não se alegrar. Ele estava preso, sem poder pregar a mensagem do evangelho e ainda pairava sobre ele a possibilidade da execução. Os cristãos de Filipos estavam tristes com o encarceramento do apóstolo, temendo pelo prejuízo do progresso do evangelho. Nestas circunstâncias, como seria possível cultivar alegria? Da mesma forma, nós também podemos ter inúmeros motivos para não experimentar alegria. Talvez estejamos passando por um período especialmente difícil em relação a uma enfermidade prolongada, problemas financeiros aparentemente insolúveis, perda de entes queridos, frustrações em relação a projetos fracassados. A lista pode se estender indefinidamente. A tristeza insiste em nos afundar no lago sombrio do desânimo.
Paulo tinha muitas razões para não se alegrar, mas todas elas não foram suficientes para roubar a sua alegria. Apesar de tudo, ele conseguia encontrar em cada fato negativo um propósito de Deus, uma possibilidade de experiências mais ricas da graça. Não tinha nada a ver com pensamento positivo, tinha a ver com sua plena confiança em Cristo como Senhor de sua vida. Em sua comunhão com Cristo ele encontrou uma alegria que se concretizava não pela negação dos problemas, mas por um Deus que usava os problemas para maior glória do seu nome e maior bem dos seus filhos. Paulo podia declarar com toda a convicção que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu nome”. Ele podia estar preso, mas a palavra estava solta. Ele podia não pregar, mas outros assumiram corajosamente o seu lugar. Ele podia até morrer, mas então ele experimentaria a maior alegria: estar com Cristo para sempre.
Quando as palavras de Paulo atravessam os séculos e chegam até nós, elas não chegam como de um monge isolado da realidade vivida pelos homens. “Alegrem-se!” não vem de alguém alienado, mas daquele que aprendeu o segredo da alegria acima das circunstâncias vivendo a realidade das circunstâncias. Não foi algo automático, foi um processo longo de erros e acertos. Mas ele tem autoridade para nos exortar: “Alegrem-se! Alegrem-se sempre!” Como isto é possível? Por que o Senhor é a fonte de nossa alegria. Podemos não ter muito, mas temos o Senhor. Podemos não conhecer muito, mas sabemos que temos a vida eterna. Podemos não conseguir muito, mas o Senhor conquistou para nós a salvação eterna. Na presença do Senhor há “plenitude de alegria”. Que alegria maior alguém pode ter do experimentar o perdão dos pecados? Que alegria nesta terra pode substituir a alegria da salvação?
Não importa que situação você esteja vivenciando hoje, se você está em Cristo é nova criatura. Não importa para onde você esteja indo, no final você está indo para a própria presença de Deus. Sendo assim, alegre-se no Senhor! Experimente agradecer a ele por todas as bênçãos recebidas. Relembre tudo o Cristo já fez em sua vida, Se Paulo podia encontrar no fundo de uma cela a alegria, nós também podemos experimentar uma alegria indizível e cheia de glória. Alegrem-se no Senhor! Outra vez digo: “Alegrem-se no Senhor.

A CHAVE DO CRESCIMENTO

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“Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância…” (Jo 10:10).
Qual é a chave do crescimento de uma igreja? Finanças saudáveis? Prédios confortáveis? Bons programas? Departamentos bem organizados? Cultos animados? Eventos? Inovações metodológicas? Tudo isso tem o seu lugar, mas é preciso lembrar que nada disso garante o crescimento de uma igreja. Por natureza, igreja é o povo de Deus, formado por aqueles que Deus separou para si através da salvação em Cristo. Ela não se edifica como outras instituições humanas. Podemos ter tudo, mas devemos lembrar que a chave para o crescimento de uma igreja é a vida dos seus membros.
Cometemos um grave erro quando nos envolvemos num acelerado ativismo e negligenciamos os elementos básicos de uma vida espiritual: comunhão com Deus através da oração, meditação na sua palavra, comunhão com os irmãos, exercício de nossos dons espirituais, participação nas ordenanças, adoração espiritual. De que vale todo movimento, todas as atividades, todos os esforços nos ministérios da igreja se não estamos em comunhão com Deus? Acaso pensamos que vidas são salvas por métodos? Acreditamos que resultados espirituais virão sem uma intervenção de Deus?
Não prossiga no seu desenfreado ativismo se você está consciente que não está bem com Deus. Não se torne escravo do urgente, mas lembre-se que nada pode substituir aquelas “preciosas horas na presença de Jesus”. Cuidado com a síndrome de Marta. Siga o exemplo de Maria. Sem a comunhão com o Senhor não conseguimos produzir o fruto do Espírito, não adoramos a Deus em espírito e em verdade, não vemos a atuação sobrenatural de Deus. Pelo contrário, ficamos  cansados num serviço sem alegria, num envolvimento sem motivação, numa obra sem paixão. Quando não estamos bem com Deus, nossos relacionamentos são atingidos, nossa mente contamina-se com os valores deste mundo, nossas palavras perdem a eficácia e autoridade que só encontram na presença de Jesus.
Deus não quer seu ativismo. Ele quer sua vida. Não se preocupe com os resultados que você possa produzir, mas com aquilo que ele quer fazer através de pessoas completamente dependentes dele. Frutos espirituais não são produzidos pelo maquinário eclesiástico, mas pela vida que está no coração.
Por isso, volte-se para o seu Pai celestial. Aquiete-se na sua maravilhosa presença, onde há plenitude de alegria e delícias perpetuamente. Experimente a luz da face de Deus banhando sua alma e fortalecendo seu interior. Permita que a semente viva de sua Palavra encontre terreno fértil e deixe que ela germine como o poder de Deus. Quando seu coração estiver quebrantado e contrito, quando seus olhos espirituais perceberem o Senhor na sua formosura, quando seu interior desejar mais que tudo o amor de Deus, então você estará preparado para descer do monte e servir ao Senhor.
Quando há vida, há reprodução. Quando estamos em comunhão com Deus, abandonando o pecado e tudo aquilo que nos afasta dele, então estamos em condições de sermos instrumentos para que vidas sejam alcançadas e transformadas.
Ainda hoje cientistas tentam inutilmente reproduzir vida no laboratório. Não tente fazer o mesmo na esfera da igreja, saiba que só Deus pode produzir e reproduzir vida. A chave do crescimento é a vida.

COMPETIÇÃO OU COOPERAÇÃO

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“…para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros (1 Co 12:25).
Uma das mais belas analogias sobre a igreja está na primeira carta de Paulo aos Coríntios, capítulo 12. A igreja é o corpo de Cristo, composto de diversos membros, igualmente importantes e necessários. Jamais podemos dizer que não precisamos uns dos outros. Deus planejou a igreja de tal maneira que a felicidade de um membro depende do bem estar de outro. Através dos diversos dons espirituais, somos abençoados para abençoar. Assim, Deus orquestra uma belíssima sinfonia onde cada instrumento coopera com sua singularidade e o resultado é maravilhoso.
Por isso, nada destoa mais no corpo de Cristo do que a competição. A igreja não existe como uma arena onde irmãos se digladiam por posições privilegiadas ou por aplausos efêmeros e instáveis. A igreja não existe como palco para se identificar os melhores e os piores no drama da existência. A igreja não existe para que seus membros colecionem troféus e placas, na corrida pelo mérito. O espírito de competição é marca registrada daqueles que não conhecem a Deus, cuja existência procura sua justificativa na exaltação do eu. Mas no corpo de Cristo, a competição jamais deve determinar nossas ações e motivações.
A cooperação deve ser característica inconfundível da igreja do Senhor Jesus. Não faz sentido em se falar em melhores ou piores, maiores ou menores no corpo de Cristo. Somos o que somos pela graça de Deus, de quem vem nossa suficiência. Se somos algo, é pela graça de Deus. Se podemos algo, é pela graça de Deus. Onde está, então, a vanglória? Temos o mesmo Deus Pai que opera em todos, temos o mesmo Senhor Jesus, que nos salvou a todos, temos o mesmo Espírito que nos selou e santificou. Se temos tanto em comum, por que não cooperar? Se quisermos fazer parte desta orquestra de Deus, que possamos lembrar que o maestro é um só. Cada um de nós, individualmente, fomos capacitados pelo Espírito Santo através dos dons, para que possamos juntos glorificar a Deus. Que possamos sentir o privilégio de fazer parte desta sinfonia, agradecendo pela parte que nos foi dada e fazendo o máximo para que o resultado seja grandioso para o nosso Deus.
Jorge Issao Noda

LIDANDO COMO O ESTRESSE

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 “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele e o mais ele fará” (Sl 37:5).
O estresse nada mais é do que a nossa dificuldade de reagir às circunstâncias difíceis da vida de forma apropriada. Mesmo a pessoa mais equilibrada pode estar sujeita a isso, se for colocada sob pressão. Da mesma maneira como um músculo estendido por muito tempo pode ser lesado, também nossa mente pode ficar abalada pela adversidade, chegando até mesmo a influenciar o próprio organismo, produzindo pressão alta, tensão muscular, dor de cabeça, irritabilidade e, às vezes, depressão.
Problemas conjugais, reveses na vida profissional, excessiva cobrança da sociedade, dificuldades financeiras, ansiedade diante do futuro incerto, tudo isso são fontes de estresse. Às vezes, isso pode ser resolvido por um tempo de descanso, afastando-se dessas fontes. Mas o que fazer quando temos que conviver com elas?
A resposta pode parecer simplista, mas é verdadeira e poderosa: “Entrega o teu caminho ao Senhor”. Ore a Deus, abrindo o seu coração. “Deus, esta situação é mais do que eu posso suportar. Eu a entrego a ti. Como a criança pequena que não sabe como amarrar o cordão do seu tênis e pede ajuda ao pai, eu também trago este problema e o coloco em tuas mãos. Eu sei que tu és sábio e tens todo poder. Não vou mais me preocupar com ele, pois sei que tu hás de resolvê-lo da melhor maneira. Eu confio em ti. A tua palavra é verdadeira. Tu não és homem para que minta. A tua promessa é fiel.”
Entregar o nosso caminho ao Senhor é um ato de fé fruto da plena confiança na promessa de Deus. Devemos lembrar que sem fé é impossível agradar a Deus. Nesse ato de entrega estamos reconhecendo que Deus é real e está pronto a trabalhar por aqueles que nele esperam. O que não podemos fazer, Deus faz por nós. Agindo Deus, quem impedirá? Haverá coisa demasiadamente difícil para ele? De maneira alguma! Para Deus não há impossíveis em todas as suas promessas! 
Jorge Issao Noda. 

ESFERAS DE LIDERANÇA

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“As questões difíceis levavam a Moisés; as mais simples, porém, eles mesmos resolviam” (Êx 18:26).

Já faz muito tempo que Deus deu, através de Jetro, a solução para a sobrecarga de líderes. Mesmo assim, muitos ainda insistem em não aplicar esse princípio, impondo sobre líderes expecativas que jamais serão cumpridas e sofrimentos que poderiam ser evitados. Deus tem, no meio do povo, pessoas sábias e capazes para liderar em diversas esferas. Quando cada um encontra o seu lugar no corpo de Cristo, todos crescem e são abençoados. Qual é a sua função? Em que Deus tem capacitado você a realizar com excelência? Que dons Deus tem lhe dado? Então não seja negligente para com o chamado de Deus. Ocupe o seu lugar dentro do plano de Deus, muitos serão abençoados e você experimentará a alegria de ser instrumento nas mãos do Senhor!