WORKSHOP: ACONSELHAMENTO BÍBLICO

ACONSELHAMENTO BÍBLICO

Diante dos desafios da sociedade contemporânea, a sabedoria bíblica é essencial para ajudar pessoas a enfrentar os desafios da vida, seja na família, trabalho, relacionamentos, igreja, etc. Ajudar pessoas não pode ser função somente de especialistas. Através do estudo sistemático da Bíblia é possível aperfeiçoar significativamente nossas habilidades em ajudar pessoas na solução de seus problemas.

Objetivo geral:  Proporcionar aos participantes a oportunidade de aperfeiçoar suas habilidades em aconselhamento através da Bíblia.

Objetivos específicos: 

1. Conscientizar os participantes sobre a necessidade de compreendermos a necessidade do aconselhamento através da Bíblia

2. Descrever as habilidades essenciais para um aconselhamento bíblico efetivo

3. Analisar o processo de aconselhamento bíblico

4. Propor estratégias para um ministério de aconselhamento bíblico no contexto da igreja local.

Conteúdo do workshop: 

1. O que é aconselhamento bíblico

2. A necessidade do aconselhamento bíblico

3. Pressupostos do aconselhamento bíblico

4. Elementos chaves do aconselhamento bíblico

AMANDO O PRÓXIMO ATRAVÉS DO ACONSELHAMENTO

Counselling and Support

 

AMANDO O PRÓXIMO ATRAVÉS DO ACONSELHAMENTO

 

“Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria” (Cl 3:16).

Você já sentiu inseguro quando alguém lhe pediu um conselho? Talvez no mesmo instante você pensou: “Quem sou eu? Eu não tenho preparo como pastores ou psicólogos. Se eu falar alguma coisa, posso até prejudicar”. De fato, muitas vezes no sincero intuito de ajudar, pessoas têm dado conselhos equivocados e até perigosos. Ao mesmo tempo, nós sentimos o desejo de ajudar outros. Vemos ao nosso redor pessoas com todo tipo de problemas, desafios e inquietações. Sabemos que poderíamos fazer a diferença.

Paulo, em sua carta aos Colossenses,  deixa claro que ensinar e aconselhar é a responsabilidade de cada filho de Deus. Enquanto alguns, que  se dizem especialistas, afirmam que não temos o direito de fazer aventuras no aconselhamento e somente pessoas qualificadas podem fazer isso, Deus nos diz que essa é a tarefa de cada um de nós. Na verdade, não fazer é um ato de omissão, é um pecado que cometemos contra vidas preciosas que Deus colocou ao nosso redor.

Mas, com que autoridade podemos fazer isso? Certamente não com nossa sabedoria humana muitas vezes contaminada pelo pecado. Podemos ajudar outras através da autoridade da palavra de Cristo. Em Cristo, habita toda a plenitude da sabedoria e do conhecimento. Aquele que criou com o Pai todas as coisas, conhece o coração humano e sabe como restaurá-lo para uma vida de plena comunhão com Deus.

Por isso, se quisermos ajudar outras pessoas, a palavra de Cristo precisa habitar ricamente em nós. Em outras palavras, quanto mais intimidade temos com tudo aquilo que Cristo ensinou, quanto mais nós mesmos temos experimentado o poder de Cristo, melhor equipados estamos para ajudar outros com a sabedoria que recebemos do nosso Senhor.

Mergulhe na sabedoria de Cristo, separe tempos significativos para estudar seu ensino, busque intensamente experimentar o seu poder transformador e seja um instrumento nas mãos de Deus para compartilhar com outros aquilo que você mesmo recebeu. Depois de tudo, essa é uma forma de demonstrarmos o amor com que Cristo nos amou.

 

Jorge Noda.

PARA QUE SERVEM AS PROVAÇÕES

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“Para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível…” (1 Pe 1:7)

 

Nem sempre entendemos a razão pela qual Deus permite que passemos por tribulações. Sem dúvida, a vida cristã seria muito mais fácil de ser vivida sem as lutas que muitas vezes angustiam nossa alma. Mas, para Pedro, as provações são um dos meios que Deus usa para demonstrar a autenticidade de nossa fé. Se cremos somente porque tudo vai bem, então nossa fé é superficial e pode até mesmo ser falsa. Ela precisa ser confirmada, ela precisa demonstrar o seu valor e isso ocorre quando ela é provada.

Certamente as provações nos trazem tristeza e perplexidade. No meio da fornalha, fica difícil perceber o propósito soberano de Deus para aquilo que estamos passando. Mas o próprio apóstolo Pedro nos lembra que, em contraste com a eternidade, essas provações são breves, passageiras. O que nos ajuda a passar por elas é a nossa convicção de que Deus está no controle e sabe o que está fazendo.

As provações servem para confirmar a nossa fé. Enquanto não passamos por lutas, não sabemos até onde nossa fé é genuína. São inúmeros os exemplos daqueles que, durante o ministério de Jesus, aclamaram-no como Messias para, logo depois, pedirem que o crucificassem. A fé superficial não tem raízes. As primeiras lutas mostram que ela não passa de uma imitação barata que se parte no primeiro e até mais leve impacto. As provações, por outro lado, fazem com que ela seja confirmada. Sendo genuína, a fé provada é aprovada.

As provações também servem para purificar a nossa fé. Como o ouro precisa do calor para se separar das impurezas, nossa fé precisa das tribulações para que ela se veja livre de tudo aquilo que não procede de Deus. Enquanto não passamos por provações, nossa fé é uma mistura de coisas boas e coisas ruins. Ela ainda é contaminada com nosso egoísmo, vaidade, orgulho e justiça própria. Na tribulação, contudo, essas impurezas são removidas e Deus é grandemente glorificado quando possuímos e demonstramos uma fé pura.

As provações servem ainda para demonstrar o valor de nossa fé. Um soldado que nunca esteve no campo de batalha pode ostentar sua teoria e habilidades aprendidas no treinamento, mas somente o soldado experiente traz consigo a credibilidade da coragem demonstrada na batalha. Quando passamos por tribulações, a nossa fé torna-se preciosa. Quando trazemos conosco as marcas de muitas batalhas, nossa fé é considerada de fato preciosa.

Através dessa fé provada, purificada e preciosa, nosso Senhor Jesus é grandemente glorificado e exaltado. A razão para isso é muito simples. Todo aquele que tem esse tipo de fé sabe e reconhece que nunca teria chegado à vitória se o Senhor não estivesse com ele e por ele.

Não devemos nos alegrar pelas tribulações em si, mas pelos benefícios que elas nos trazem.

Rev. Jorge Issao Noda

A REGRA ÁUREA

REGRA ÁUREA

“Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lc 6:31).

 

Nada parece ser mais complexo que o relacionamento entre as pessoas. Como tudo seria melhor se não existissem problemas relacionais! A vida seria mais tranquila, objetivos comuns seriam alcançados com maior facilidade e não haveria mais mágoas, ressentimentos e inimizades. Mas, desde que Adão e Eva caíram, o relacionamento humano bem sucedido é um alvo elevado,  difícil de ser atingido. Em todas as esferas da atividade humana, conflitos surgem pela dificuldade que as pessoas têm em se relacionarem bem.

O Senhor Jesus, profundo conhecedor da natureza humana, apresentou um  princípio fundamental para um bom relacionamento. Esse princípio ficou conhecido como “a Regra Áurea”, por sua importância e eficácia. O que deve reger nosso relacionamento com o nosso próximo? Faça para os outros o que você quer que as pessoas façam para você. Certamente essa regra tem suas exceções, mas, de forma geral ela é extremamente eficaz.

Você quer que as pessoas falem mal de você? Que o julguem precipitadamente? Que vejam sempre o pior e não o melhor? Você quer que as pessoas ao seu redor não se importem com você? Você quer que elas o maltratem e desprezem? Certamente, não.

Pelo contrário, você quer ser respeitado, compreendido, aceito. Quem não gosta de saber que alguém está orando por ele ou por ela? Você quer que as pessoas ao seu redor estejam prontas a ajudá-lo, apoiá-lo, encorajá-lo, não é verdade?

Então, antes de você sair por aí reclamando da vida, dizendo que ninguém se importa, procure fazer para os outros aquilo que você gostaria que fizessem para você. Tome a iniciativa. Esteja atento às oportunidades. E você descobrirá que pode ser um instrumento de bênçãos nas mãos de Deus. Você se sentirá tão útil e abençoado por abençoar outros, que não terá muito tempo para ficar reclamando com os seus botões. Você  estará atento às suas palavras e ações para só dizer e fazer aquilo que você gostaria que as pessoas dissessem e fizessem por você e, com isso, estará colocando em prática um princípio ensinado pelo próprio Senhor Jesus.

Jorge Issao Noda

LIBERDADE CATIVA DO AMOR

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“Porque não estou procurando o meu próprio bem, mas o bem de muitos, para que sejam salvos”  1 Co 10:33

 

Todos aqueles que um dia entregaram sua vida a Cristo com sinceridade e convicção, foram libertos. As algemas do pecado, do mundo e do diabo foram partidas pela morte e ressurreição de Cristo.

Não precisamos mais pensar que alguém é salvo por obras ou que precisa guardar certos rituais para ser aceito por Deus. Estamos livres para adorar a Deus em espírito e em verdade.

Ao mesmo tempo, esta liberdade precisa estar cativa do amor. Não podemos, em nome da liberdade, fazer tudo o que pensamos ser correto , pois “nem tudo convém” (1 Co 10:23). Cristo nos libertou das amarras do egoísmo para que, livre e alegremente, abramos mão de tudo  que não faz bem àqueles que estão ao nosso redor. Quando amamos, somos sensíveis o suficiente para nos abster do que podemos até achar correto, quando sabemos que isso pode levar alguém a se entristecer e se decepcionar.

Agora, se usamos nossa liberdade de forma irresponsável, ela se torna uma arma para agredir e ferir vidas preciosas que poderiam ser edificadas. Não busque seu próprio bem se, com isso, o testemunho do evangelho é prejudicado. Pelo contrário, ainda que signifique renúncia, sinta-se honrado em morrer para si mesmo por amor ao Senhor. Nele encontramos o maior exemplo. Ele abriu mão de Sua glória para que hoje pudéssemos ter a salvação.

Jorge Noda

FORTES NA FÉ

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“Assim, as igrejas eram fortalecidas na fé e, dia a dia, aumentavam em número” (At 16:5).

 

Muitas igrejas, atualmente, estão crescendo em número, mas não estão fortalecidas na fé. O Senhor Jesus nos ordenou a fazer discípulos, ensinando-os a guardar tudo o que ele nos ordenou. A pergunta básica que devemos fazer é se os pregadores de hoje estão sendo fiéis à comissão do Senhor da Igreja. O evangelho de Cristo tem um conteúdo definido de verdades inegociáveis: a glória de Deus, a autoridade das Escrituras, a pecaminosidade do ser humano, a divindade e humanidade de Cristo, a salvação somente pela fé, a regeneração pelo Espírito Santo, arrependimento dos pecados e fé em Cristo, a santificação progressiva, a igreja como corpo vivo de Cristo, a segunda vinda de Cristo, o céu e o inferno. Tais verdades não são periféricas, fazem parte da essência da fé.

A fragilidade da fé põe em perigo a estabilidade da igreja. Sem convicções estabelecidas, o povo de Deus se torna refém dos ensinos mais estranhos,  comprometendo a saúde espiritual das pessoas e a glória de Deus.  O nome de Deus tem sido escarnecido na sociedade por causa de líderes inescrupulosos que, em nome do evangelho, ensinam um estilo de vida egoísta e materialista, contradizendo diretamente o ensino de Cristo. Uma mensagem assim não expõe a realidade do pecado, não conduz ao arrependimento sincero, não produz verdadeiros discípulos de Cristo. Tal “evangelho” é um outro evangelho.

Precisamos nos firmar nas verdades do evangelho. Mesmo vivendo em tempos pós-modernos, onde não se acredita mais em verdades absolutas, devemos afirmar claramente que “céus e terra passarão, mas a palavra de Deus permanece eternamente”. Estar fortalecido na fé não é somente ter convicções doutrinárias, mas é permitir que tais convicções transformem todo nosso ser, inflamem nosso amor por Deus, nos façam verdadeiros adoradores, nos mova de compaixão pelos prisioneiros do erro.

Os mártires da igreja primitiva não iam ao encontro da morte com louvor nos lábios por causa de uma teologia de prosperidade. Eles sabiam que Cristo havia pago o preço do seu resgate e que a glória de Deus era mais importante que o seu bem estar. Nada podia demovê-los da convicção que a eternidade é infinitamente mais gloriosa que qualquer benesse terrena. Eles realmente estavam fortalecidos na fé.

Que o seu exemplo nos encoraje a assumir nossa responsabilidade como discípulos de Cristo e que, assim, muitas vidas preciosas cheguem ao conhecimento do verdadeiro evangelho, pois o crescimento numérico sadio procede de uma fé forte, uma fé construída sobre a solidez da verdade de Deus.

Jorge Issao Noda

 

AQUIETAI-VOS

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 “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” (Sl 46:10).

Vivemos num mundo em convulsão. Guerras, fome, crises econômicas, corrupção, violência, imoralidade, fanatismo caracterizam nosso tempo, produzindo inquietação.

Temos a sensação de que o chão treme sob os nossos pés e o mar revolto lança suas imensas ondas sobre nós.

Mas, “ Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações”. Deus não está longe de nós. Em meio às convulsões, Deus é nossa fortaleza. Por isso, não temos razão para temer. Ainda que a terra trema e o mar bravio se enfureça, Deus é o nosso refúgio. Temos a cidade de Deus, nossa Jerusalém Celestial, que jamais será abalada. Ainda que ao nosso redor tudo se desfaça, Deus está conosco,  e  nada pode nos separar do Seu amor. Quando estamos na presença de Deus, experimentamos a tranquilidade de um rio calmo e cristalino, mesmo quando as maiores tribulações nos sobrevêm.

Se o seu coração está inquieto, se as lutas da vida estão afligindo seu coração, se o amanhã o assusta e você não sabe o que fazer, lembre-se da Palavra de Deus.

“Aquietai-vos e sabei que Eu Sou Deus”. Deus está exaltado acima das nações. Nada escapa ao Seu controle, nem mesmo os menores detalhes da vida. Mesmo quando não entendemos o que acontece, Deus está acima da tempestade. O trono do universo não está vazio. O nosso Deus reina de geração em geração.

Como podemos aquietar nosso coração? Buscando a presença do Senhor, meditando na Sua grandeza, suplicando-Lhe as Suas bênçãos, agradecendo-Lhe por todas as maravilhosas dádivas, louvando-O em espírito e em verdade.

Na presença de Deus há um rio tranquilo que acalma nosso coração.

 

WORKSHOP: INTELIGÊNCIA INTRAPESSOAL

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Apresentação

O workshop de Inteligência Intrapessoal oferece um conjunto de ferramentas simples mas extremamente eficientes para cultivarmos o autoconhecimento, isto é, a capacidade de olhar para dentro fazendo uma avaliação honesta, humilde e prática de quem somos e quem desejamos ser, na presença de Deus.

 

A quem se destina

Cristãos que desejam identificar claramente quais são seus dons espirituais, suas inteligências, seu perfil de personalidade e suas habilidades e como servir a Deus de forma mais eficaz, através desse conhecimento.

 

Resultados para os participantes

Compreensão mais clara do impacto da inteligência intrapessoal  nas diversas áreas da vida

Identificação de dons espirituais, inteligências, perfil de personalidade e habilidades.

Estabelecimento de estratégias para o uso eficaz do autoconhecimento

a)    No relacionamento com Deus

b)    No serviço a Deus

c)    Nos relacionamentos

d)    Na vida profissional

e)    No desenvolvimento pessoal

 

Conteúdo

A importância da inteligência intrapessoal, numa perspectiva bíblica.

O que são dons espirituais

Teste de identificação de dons espirituais

Compreendendo a teoria das múltiplas inteligências e seu impacto sobre nossa aprendizagem

Dinâmicas para identificação de inteligências específicas

Panorama das teorias de personalidade

Teste de perfil de personalidade

A necessidade de autoavaliação pessoal

Teste SWOT de desenvolvimento pessoal.

 

Como os workshops funcionam:

1. Número de participantes: 30 a 40 pessoas.

2. A igreja ou organização assume a responsabilidade de divulgar e fazer as inscrições de todos os participantes.

3. É necessário confirmar as inscrições com 15 (quinze) dias de antecedência.

4. O pagamento será realizado ao final do workshop, incluindo, além das inscrições,  despesas de hospedagem e transporte

5. O valor da inscrição individual: R$ 30,00.

 

 Agende este curso em sua igreja ou organização: 

Escreva para: Jorge Noda
Email: jorgenoda@hotmail.com